26/07/2016

[Curiosidades] Experimento Filadélfia

Hey, galera. Tudo bem com vocês?

Vai falar que você nunca quis viajar no tempo, seja para corrigir um erro ou só para saber como foi determinada época? Seria bem maroto, né?
E se eu dissesse que isso possivelmente aconteceu?

U.S.S. Eldridge
O ano era 1943, durante a Segunda Guerra Mundial. Os EUA, assim como seus aliados, estavam perdendo feio. Tentando virar o jogo, a Marinha Americana deu início à operação conhecida como Projeto Rainbow, com um único objetivo: transformar os navios invisíveis a radares. Radares, não visualmente. Quem estava por trás do projeto? Albert Einstein.

De acordo com a lenda, para darem a volta por cima, eles tentaram criar um navio que fosse invisível aos radares e, para isso, se basearam na Teoria do Campo Unificado que, basicamente, permite que todas as forças fundamentais entre partículas elementares sejam descritas em termos de um único campo. Se já leram coisas sobre a Segunda Guerra, sabem que foram tempos difíceis. Basicamente, haveria um campo eletromagnético ao redor do navio, tornando impossível a percepção de radares, assim como impediria o navio de ser atingido por torpedos. Todos os tipos de testes e experiências foram realizados, inclusive em humanos. A teoria foi criada pelo próprio Einstein, que tentou unificar a teoria da relatividade geral com o magnetismo. Entretanto, alguns acreditam que eles realmente tentaram fazer navios invisíveis aos olhos humanos.

A Marinha Americana conduziu o experimento em 28 de outubro de 1943, usando o destróier U.S.S Eldridge, que tinha o tamanho de um campo de futebol, sob o comando de Franklin Reno. Como várias coisas que não deram certo naquela época, isso também não deu certo. Bom, não do jeito que eles queriam. Os geradores foram ligados e, bom, o que aconteceu a seguir foi assustador. Quando o experimento foi iniciado, uma névoa verde cobriu o navio. Quando a névoa se desfez, o Eldridge não estava mais lá! Ordenaram que o projeto foi finalizado, e o navio realmente reapareceu, há centenas de quilômetros do ponto original, em Norfolk, Virgínia, EM 1983! Isso mesmo. O U.S.S. Eldridge foi teletransportado para o futuro! A Marinha ficou desesperada com as consequências. Algumas pessoas haviam desaparecido; algumas estavam loucas e outras ficaram coladas ao metal do navio.

Mas como ter tanta certeza do local e data onde o navio reapareceu? Bom, houve testemunhas. O marinheiro Carl Allen estava em Norfolk, a bordo do Liberty USS Andrew Furuseth. Os possíveis sobreviventes foram enviados para centros psiquiátricos militares, onde passaram por lavagens cerebrais, para esquecer-se do ocorrido. Após alguns anos, Allen passou a enviar cartas para o astrônomo Morris K. Jessup, da Universidade de Michingan, que publicou o livro The Expanding Case of UFO, em 1955.

Sem o conhecimento de Jessup, um exemplar de seu livro foi enviado para o Escritório de Pesquisas Navais da Marinha Americana. Um ano depois, ele recebeu um singelo convite para comparecer ao tal escritório. Uma cópia de seu livro lhe foi apresentado, e a mesma estava cheia de anotações. Três cores diferentes, três fontes diferentes. Logo, três pessoas diferentes. Podia ser só um livro com anotações, certo? Não exatamente. A Marinha chegou a publicar o tal livro com as tais anotações, e essa nova versão do livro ficou conhecida como Edição de Varo. Jessup morreu dois anos depois, de asfixia, dentro de seu veículo. Suicídio ou queima de arquivo?

Ainda não acabou. Senta que lá vem a história. Em 1969, Allen foi até o Escritório de Pesquisa de Fenômenos Aéreos, no Arizona, e disse que toda a história havia sido inventada. Porém, Allen voltou atrás novamente, e colaborou para a pesquisa dos autores William Moore e Charles Berlitz, que viriam a publicar o livro Experimento Filadélfia: Projeto Invisibilidade.

O livro virou um sucesso, claro, e Hollywood logo o transformou num filme, chamado de Experimento Filadélfia. E é aí, meus amigos, que tudo volta a ficar complicado. O tal filme, lançado em 1984, trouxe à tona uma suposta nova testemunha: Alfred Bielek. Bielek tinha Ph.D em Física pela Universidade de Harvard e, pasmem, o cara afirmou que estava a bordo do U.S.S. Eldridge! Segundo ele, ele havia sofrido lavagem cerebral, mas suas lembranças voltaram, em detalhes, após ele ter assistido ao filme. Ele sustentou sua história através de palestras, livros e conferências (seu Ph.D foi bastante útil).

O U.S.S. Eldridge foi colocado fora de serviço em 17 de junho de 1946. Em 15 de janeiro de 1951, ele foi transferido para o Programa de Assistência Mútua da Grécia e foi rebatizado como HS Leon. Leon foi desmantelado em 5 de novembro de 1992 e, em 11 de novembro de 1999, foi vendido como sucata.



Projeto Mountauk

O Projeto Mountauk foi uma série de projetos secretos do governo dos Estados Unidos realizados na Estação da Força Aérea de Mountauk, Long Island, com a finalidade de desenvolver várias bizarrices, como controle da mente e viagens no tempo. Dizem que o Projeto Mountauk foi criado como uma consequência das histórias que cercam o U.S.S. Eldridge. Devido à falta de evidências, o projeto foi considerado um mito. Sabe Stranger Things, a nova série amorzinho da Netflix? Então, meus amigos. A série, que deveria se chamar Mountauk, é baseada no que o Projeto Mountauk supostamente foi criado para fazer. Imaginem, IMAGINEM se esse projeto realmente existiu! E se ele ainda existir, em outra localidade? Bom, talvez nunca saibamos disso.

E aí? O que acham disso? Acreditam? Não passa de lorota? E se vocês pudessem viajar no tempo, para onde gostariam de ir?



2 comentários:

  1. Se é vdd ou não? Sei lá. Mas a pulguinha está aki atrás da minha orelha com certeza... Muito massa isso aí. Se fosse de fato possível eu viajaria no tempo com frequência. Seria insano de tão bom. Vlw por compartilhar com a gente. \♡/
    Érica.

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    1. Olha, eu não duvido nada. Muitas, mas muitas experiências foram realizadas naquela época. A Segunda Guerra não foi marcada só por tiro, porrada e bomba, mas por várias lendas e, infelizmente, vários experimentos comprovados. É bem possível que sim, seja verdade.

      Abraços!

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