24/04/2016

[Review] Liga da Justiça vs Jovens Titãs


Hey, galera! Tudo bem com vocês?

Ontem eu assisti Liga da Justiça vs Jovens Titãs, uma das animações baseada em Os Novos 52, da DC Comics (Liga da Justiça: Guerra e Liga da Justiça: Trono de Atlantis são duas das outras animações. Ainda farei a review delas).
A animação já começa numa batalha entre a Liga da Justiça e a Legião do Mal. Após o Flash derrubar o Mago do Tempo, uma entidade maligna possui o vilão, deixando-o forte o bastante para dar porrada no Superman. Num ato de infantilidade, Robin (Damian Wayne, filho do Batman) explode o Batwing de seu pai contra o Mago. A entidade é expulsa, e a Liga fica sem saber o que aconteceu.
Como "punição" por seus atos, Robin é enviado para treinar com os Jovens Titãs, para aprender a ter responsabilidades e a trabalhar em equipe. Isso não funciona muito bem no começo, mas o jovem passa a se entender com o grupo quando Trigon, o pai de Ravena, vem até a Terra e usa seus demônios para possuir a Liga da Justiça, com a intenção de pegar Ravena, pois a garota é a chave que falta para completar o ritual que destruirá o planeta.
Mesmo em pouco tempo (75 minutos, o padrão de animações da DC), o filme é bem desenvolvido, e cada um dos personagens tem seu tempo de tela, funcionando muito bem como uma equipe. Ele nos mostra que vale a pena fazer sacrifícios por aqueles que você ama.


Nota:




20/04/2016

[Novidades] Selo Jovem publicará O Véu Entre Mundos

Hey, galera! Tudo bem com vocês?

Em sua página no Facebook, a editora Selo Jovem anunciou que publicará O Véu Entre Mundos, de A.Wood (pseudônimo de Vinícius Fernandes), o mesmo autor de Graham - O Continente Lemúria.
Abaixo, vocês podem conferir a capa e sinopse da obra.

"O andarilho sorriu satisfeito mais uma vez. Aquele não era o seu mundo. Tudo ali era muito diferente do que aquilo com que estava acostumado. Mas isso não significava que já não tivesse visto aquelas coisas antes. Ele estudara por muito, muito tempo. E agora finalmente conseguira. Havia cruzado a barreira entre dois mundos." Nós não estamos sozinhos no Universo. Quando Alice Limberger e seu namorado, Marco, têm um estranho encontro com uma fada no parque do Ibirapuera, suas vidas e a de todos os moradores da cidade de São Paulo começam a mudar da noite para o dia. Portais sobrenaturais se abrem misteriosa e aleatoriamente em diversas regiões, ocasionando no sumiço de pessoas e no aparecimento de seres que até então só existiam em livros infantis. Como e por que esses portais estão aparecendo, Alice não consegue explicar, mas descobrirá que é apenas o começo de uma reação em cadeia na qual ela está envolvida no centro de tudo.


17/04/2016

[Creepypastas] Dia da Mentira

A creepypasta a seguir é baseada em fatos reais:



O relato a seguir aconteceu quando eu tinha nove anos. Porém, não importa quanto tempo passe, eu nunca esquecerei do que aconteceu naquele dia.

Eu estava na terceira série, e estudava no período da tarde. O intervalo das aulas costumava ser um pouco diferente do que é agora. Atualmente, quando toca o sinal para o intervalo, as crianças se alimentam e aproveitam o resto daquele tempo para brincar um pouco. Naquela época, haviam “dois” intervalos. Suponha que o intervalo, de fato, começasse às 15h. Às 14h30, nós saíamos para comer, e voltávamos para nossa sala às 14h45. Às 15h, nós saíamos apenas para brincar. Se eu sabia por que era dessa forma? Não, não sabia. Pra falar a verdade, não sei até hoje.

Estávamos em algum dia do fim de março. A refeição daquele dia era macarrão e, particularmente, nunca fui muito fã de macarrão. Mesmo assim, servi-me com um pouco de macarrão ao molho e sentei-me com meus amigos. Cada um atacava seu prato de forma violenta, como se aquela fosse a melhor refeição do mundo. Eu, pelo contrário, apenas brincava com a comida. Meus amigos perceberam isso e, após perguntarem qual era o problema, acabei lhes contando a verdade. Eles apenas assentiram, dizendo que me entendiam, e disseram que eu apenas deveria voltar com o prato até a merendeira ou, como a chamávamos carinhosamente, “tia da cozinha.”

Levantei-me da mesa e fui até lá. Porém, no meio do caminho, fui interrompido pela inspetora, uma senhora baixinha e mestiça, que me forçou a voltar para a mesa e terminar de comer o que havia em meu prato. Sem ter muito o que fazer, acabei voltando para a mesa, enquanto via meus amigos voltarem para a sala de aula. Até mesmo minha professora perguntou por que eu havia voltado. Menti para ela, dizendo que havia pegado um pouco mais de macarrão, mas que logo voltaria para a sala. Ela assentiu e, junto com minha turma, voltou para a sala. Contendo as lágrimas, por vergonha, terminei de comer o que havia em meu prato e o levei até a cozinha. Ali, naquele momento íntimo, desejei que a inspetora morresse. Quando me aproximei de meus amigos, falei para eles o que havia desejado. Eles se espantaram, mas resolveram não discordar de mim.

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Uma semana se passou, e o dia primeiro de abril chegou. Ah, o famoso Dia da Mentira, onde todos contam mentiras impossíveis. Mas também existem aqueles que usam tal dia para contarem verdades as quais nunca tiveram coragem de contar e depois dizem que é mentira, como dizer que está apaixonado por alguém, e depois usar a desculpa de que é dia da mentira.

Logo que cheguei à aula, naquela tarde, meus amigos vieram correndo em minha direção, dizendo que a inspetora havia morrido. Por ser dia da mentira, eu não acreditei. Entretanto, fiquei preocupado, pois não a vi na escola durante as primeiras aulas. Na hora do intervalo, acabei descobrindo algo que eu não deveria. Fui até a diretora e perguntei sobre a inspetora. Ela me informou que, de fato, ela havia falecido no dia anterior. Naquele instante, eu entrei em estado de choque, mas acabei mentindo que estava tudo bem.

Eis a questão. Ela havia realmente falecido, ou o desejo de uma criança foi forte o bastante para retirar a vida de alguém?


06/04/2016

[Resenha] O Fotógrafo

Hey, gente linda. Tudo bem com vocês?

Hoje trago para vocês a resenha de O Fotógrafo, da autora Jéssica Milato, e que foi publicado pelo Editorial Hope.
O Fotógrafo nos coloca na pele de Kiara Ferraz, uma jornalista recém-formada que, bom, já se ferrou um pouquinho na vida.
Logo no prólogo, descobrimos que a nossa protagonista se meteu numa furada, mas não sabemos o desfecho disso antes do fim do livro.
A história começa, e acabamos por saber que o pai de Kiara foi assassinado, mas também só vamos descobrir isso próximo ao fim da história. Desde a morte de seu pai, e desde o incidente que acontece no prólogo do livro, a garota acabou fechando-se para o mundo, focando-se apenas em cuidar de sua mãe, sua amizade com Pâmela e conseguir um bom emprego. Uma oportunidade surge, e a garota não perde tempo em candidatar-se. Mesmo sendo uma escolha improvável, Kiara é a escolhida para ser a nova jornalista do Tribuna Livre. Ponto positivo? Ela teria sua própria sala (qual é, isso deve ser legal pra cacete). Ponto negativo? Teria de trabalhar com Adam Rodriguez.
Adam era o fotógrafo do jornal, e junto com seu amigo Wendel, ele comanda o lugar. Adam não é o melhor tipo de pessoa, e não está muito longe de ser a pior. Ele é o tipo de homem que faz qualquer coisa para conseguir o que quer, e doa a quem doer. Adam odeia Kiara, e odeia o fato de saber que será o tutor dela no jornal, enquanto ela se adapta ao ambiente de trabalho. Ela também não o suporta, e faz de tudo para ficar o mais longe possível dele.
Uma oportunidade de "matéria perfeita" surge em São Paulo (a história se passa em Campinas). Wendel, sabendo o potencial da oportunidade, determina que Kiara vá fazer tal matéria, pois gosta muito da garota, e quer que ela seja uma jornalista de destaque. Porém, Kiara não vai sozinha. A matéria será realizada num local perigoso, então Adam irá com ela.
Demora um pouco e, de uma forma um tanto quanto esquisita, eles acabam se entendendo, e então vamos sabendo um pouco mais sobre o passado de cada um, incluindo sobre o "incidente do prólogo".
A autora amarra a história de uma maneira muito fácil. A leitura flui, e um ponto positivo é que algumas cenas são contadas por mais de um ponto de vista, fazendo-nos sentir o que cada personagem estava sentindo naquele momento. As sub-tramas com os personagens secundários também são muito boas e, aos poucos, se amarram na história principal.
O Fotógrafo é um livro muito bom, e há cenas em que a sua reação será essa aqui:



Obs: Mal posso esperar por A Jornalista,



Nota: 


04/04/2016

[Novidades] Verus Editora publicará O Garoto do Cachecol Vermelho

Hey, gente linda. Tudo bem com vocês?

Em sua página no Facebook, a Verus Editora, do grupo Record, anunciou que acertou a publicação de O Garoto do Cachecol Vermelho, de Ana Beatriz Brandão. A "anjinha", como é conhecida nas redes sociais, e como costuma chamar seus fãs, já é uma garota prodígio. Com apenas 16 anos, Bia Brandão já publicou outros dois livros, Sombra de um anjo e Caçadores de Almas, ambos pela Novo Século.
O Garoto do Cachecol Vermelho será publicado na Bienal Internacional do Livro de São Paulo, em agosto. Até lá, resta-nos esperar para ver o que essa obra reserva para nós.




02/04/2016

[Novidades] Data de lançamento e trecho de O Oráculo Oculto

Em seu blog, a editora Intrínseca revelou que a publicação de O Oráculo Oculto será em 3 de maio, ou seja, lançamento simultâneo com os EUA.
A história, como o nome já indica, acompanhará o deus Apolo, que foi punido por seu pai, Zeus, e transformado em um adolescente mortal, com direito a espinhas e gordura abdominal. Agora, ele tentará descobrir uma forma de reverter a punição, cair novamente nas graças de seu pai e obter seus poderes de volta. Nessa longa jornada, ele contará com a ajuda de ninguém menos que Percy Jackson, mostrando o que aconteceu com o semideus depois dos acontecimentos da série  Os heróis do Olimpo.
Abaixo, vocês podem conferir a capa nacional e um trecho da obra:



“Viramos na Rua 82, a leste.
Quando chegamos à Segunda Avenida, o lugar começou a me parecer familiar, com fileiras de prédios, lojas de material de construção, lojas de conveniência e restaurantes indianos. Eu sabia que Percy Jackson morava em algum lugar por ali, mas minhas viagens pelo céu na carruagem do Sol me deram um senso de localização pareado com o Google Earth. Eu não estava acostumado a me deslocar no nível da rua.
Além do mais, nessa forma mortal, minha memória perfeita tinha se tornado… imperfeita. Medos e necessidades mortais enevoavam meus pensamentos. Sentia fome. Queria ir ao banheiro. Meu corpo estava doendo. Minhas roupas estavam fedendo. Parecia que meu cérebro estava cheio de pedaços de algodão molhados. Sinceramente, como vocês, humanos, aguentam?
Depois de mais alguns quarteirões, uma mistura de granizo e chuva começou a cair. Meg tentou pegar as gotas na língua, o que achei uma forma muito ineficiente de beber alguma coisa, e logo água suja. Comecei a tremer por causa do frio e tentei me concentrar em pensamentos felizes: as Bahamas, as Nove Musas em perfeita harmonia, as muitas punições horríveis que eu daria a Cade e Mikey quando me tornasse deus de novo.
Eu ainda estava interessado em descobrir quem era o chefe deles e como ele soube em que lugar eu cairia na Terra. Nenhum mortal teria como saber isso. Na verdade, quanto mais eu pensava, mais improvável se tornava a ideia de que um deus (fora eu mesmo) pudesse ter previsto o futuro de forma tão certeira. Afinal, eu era o deus da profecia, o mestre do Oráculo de Delfos, distribuidor de amostras de alta qualidade do destino dos outros há milênios.
É claro que não me faltavam inimigos. Uma das consequências naturais de ser tão incrível é que eu atraía inveja por onde passava. Mas eu só conseguia pensar em um adversário capaz de prever o futuro. E se ele viesse atrás de mim em meu atual estado…
Afastei esse pensamento. Já tinha muito com que me preocupar. Não fazia sentido ficar aterrorizado por causa de situações hipotéticas.
Começamos a procurar nas ruas menores, verificando os nomes nas caixas de correspondência e nos painéis dos interfones. O Upper East Side tinha uma quantidade surpreendente de Jacksons. Achei isso irritante.
Depois de várias tentativas fracassadas, dobramos uma esquina, e ali, parado debaixo de um resedá, havia um velho Prius azul. O capô tinha o amassado inconfundível dos cascos de um pégaso. (Como eu tinha tanta certeza? Sou ótimo em identificar marcas de cascos. Além do mais, cavalos normais não sobem em carros. Pégasos, sim. O tempo todo.)
— Ahá — falei para Meg. — Estamos quase chegando.
Meio quarteirão depois, reconheci o prédio: um edifício de tijolos aparentes com cinco andares e aparelhos de ar-condicionado enferrujados pendurados nas janelas.
— Voilà! — gritei.
Meg parou de repente, como se houvesse uma barreira invisível que a impedisse de avançar. Ela olhava desconcertada para a Segunda Avenida.
— O que aconteceu? — perguntei.
— Achei que tivesse visto de novo.
— O quê? — Segui o olhar dela, mas não vi nada de estranho. — Os delinquentes do beco?
— Não. Duas… — Ela balançou os dedos. — Bolhas brilhantes. Eu as vi na Avenida Park.
Meu coração disparou.
— Bolhas brilhantes? Por que você não disse nada?
Ela bateu nas hastes dos óculos.
— Eu já falei que vi muitas coisas esquisitas. Geralmente não ligo, mas…
— Mas, se eles estiverem nos seguindo, não vai ser nada bom — retruquei.
Olhei para a rua de novo. Nada de diferente, mas eu não estranharia se Meg realmente tivesse visto bolhas brilhantes. Muitos espíritos aparecem dessa forma. Meu próprio pai, Zeus, já se transformou em uma bolha brilhante para atrair uma mulher mortal. (Por que a mulher mortal achou isso atraente, eu não faço ideia.)
— A gente devia entrar — falei. — Percy Jackson vai nos ajudar.
Meg continuou hesitante. Ela não demonstrou medo quando enfrentou ladrões com lixo em um beco sem saída, mas agora parecia estar em dúvida se devia tocar a campainha. Então me dei conta de que talvez ela já tivesse encontrado semideuses, e que esses encontros podiam não ter saído como o esperado.
— Meg, sei que alguns semideuses não são bons — falei. — Eu poderia contar histórias de todos que precisei matar ou transformar em ervas…
— Ervas?
— Mas Percy Jackson sempre foi de confiança. Não precisa ter medo. Além do mais, ele gosta de mim. Eu ensinei tudo que ele sabe.
Ela franziu a testa.
— É?
Achei a inocência dela meio encantadora. Havia tantas coisas óbvias que ela não sabia.
— Claro. Vamos subir agora.
Eu toquei o interfone. Alguns segundos depois, a voz falhada de uma mulher atendeu.
— Alô.
— Oi — falei. — Aqui é Apolo.
Estática.
— O deus Apolo — reforcei, achando que talvez devesse ser mais específico. — Percy está?
Mais estática, seguida de duas vozes em uma conversa abafada. A porta da frente se abriu. Antes de entrar, vi um breve movimento com o canto do olho. Dei uma conferida na calçada, mas novamente não vi nada.
Talvez tivesse sido um reflexo. Ou granizo sendo carregado pelo vento. Ou talvez tivesse sido uma bolha brilhante. Meu couro cabeludo formigou de apreensão.
— O que foi? — perguntou Meg.
— Nada de mais. — Forcei um tom alegre. Não queria que Meg saísse correndo logo no momento em que estávamos tão perto de um lugar seguro. Estávamos unidos agora. Eu teria que segui-la se ela ordenasse, e não queria ter que viver naquele beco para sempre.
— Vamos subir. Não podemos deixar nossos anfitriões esperando.


Depois de tudo que fiz por Percy Jackson, eu esperava alegria com a minha chegada. Boas-vindas lacrimosas, a queima de algumas oferendas e um pequeno festival em minha homenagem não teriam sido inadequados. Mas o jovem só abriu a porta do apartamento e perguntou:
— Por quê?
Como sempre, fiquei impressionado com a semelhança dele com o pai, Poseidon. Ele herdara os mesmos olhos verde-mar, o mesmo cabelo preto desgrenhado, as mesmas belas feições que podiam mudar de bom humor para raiva com facilidade. No entanto, Percy Jackson não seguia a preferência do pai por shorts de praia e camisas havaianas. Ele estava usando uma calça jeans surrada e um casaco de moletom azul com as palavras equipe de natação ahs bordadas na frente.
Meg recuou no corredor e se escondeu atrás de mim.
Decidi dar um sorriso.
— Percy Jackson, minhas bênçãos para você! Estou precisando de assistência.
O olhar de Percy voou de mim para Meg.
— Quem é a sua amiga?
— Esta é Meg McCaffrey — expliquei —, uma semideusa que precisa ser levada para o Acampamento Meio-Sangue. Ela me salvou de delinquentes.
— Salvou… — Percy olhou meu rosto ferido. — Você quer dizer que o visual “adolescente surrado” não é só disfarce? Cara, o que aconteceu com você?
— Eu acho que mencionei delinquentes.
— Mas você é um deus.
— Quanto a isso… eu era um deus.
Percy piscou.
Era?
— Além disso — falei —, tenho quase certeza de que estamos sendo seguidos por espíritos do mal. Se eu não soubesse quanto Percy Jackson me idolatrava, teria jurado que ele estava prestes a me dar um soco no nariz já quebrado. Ele suspirou.
— Acho que vocês dois deviam entrar.”


01/04/2016

[Novidades] PenDragon publicará Imortal - A Maldição de Arthur

Hey, gente. Tudo bem com vocês? Não estranhem se eu sumir por uns dias. Estou em semana de provas na faculdade, e isso está me levando à loucura.
- Faça faculdade - eles disseram.
- Vai ser legal - eles disseram.

Em sua página no Facebook, a editora PenDragon anunciou que publicará Imortal - A Maldição de Baltazar, da autora Graci Rocha. Abaixo, vocês podem conferir a capa e sinopse da obra.

"Cass fechou os olhos e cochilou, queria falar com Arthur, dizer o que sentia, despedir-se de Gael, desculpar-se com Toruk, elogiar Terian, agradecer ao senhor Myagui dos goldlins, Karhystrs e perdoar Lancelot. Eram muitas palavras a serem ditas e ela não tinha certeza de que conseguiria. Tentou reunir um pouco de sua energia restante, mas fora envolvida pela dor e uma terrível angústia. Dormiu por alguns minutos e teve certeza de que estava morrendo." Você acha que já viu tudo? Que já leu todo tipo de história de terror ou aventuras mirabolantes? Que já conheceu todos os demônios e anjos que poderia suportar? Na certa você ainda não conhece Cass, uma mulher temperamental que não suporta receber ordens. Ah! E que é também a filha do Diabo. Mas as coisas entre bem e mal não são tão simples como conhecemos, o bem nem sempre é bom e o mal nem sempre é tão mal assim, e desta forma, Cass, uma imortal que não aparenta ter mais do que vinte e cinco anos, vem burlando as regras e boicotando o pai. Entre aliados inesperados e inimigos surpreendentemente assustadores, a bela que já vivera muitas vidas, vai descobrir que estar do lado dos bonzinhos é muito mais difícil do que imaginava. A maldição de Arthur é o primeiro livro da série Imortal e conta como Cass e seu fiel escudeiro, Luke, partem em busca do medalhão Pendragon, herdado pelo rei Arthur, mais de mil anos antes. O único problema é que Arthur está morto e Lancelot é um imbecil. Bom... talvez nem tudo seja o que parece. Entre ajudar um antigo aliado a combater um inimigo maligno, salvar um reino, resgatar uma noiva e quebrar maldições, muitos corações serão conquistados e uma disputa pelo amor de Cass vai se desenrolar. O final é apenas o começo...